“Para mim, a sede da Comunidade é um solo santo”

viver a fraternidade𝘕𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘧𝘶𝘯𝘥𝘢𝘥𝘰𝘳 𝘯𝘰𝘴 𝘦𝘯𝘴𝘪𝘯𝘢 𝘦𝘮 𝘶𝘮 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘦𝘴𝘤𝘳𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 “𝘢 𝘱𝘦𝘳𝘵𝘦𝘯ç𝘢 𝘥𝘦 𝘷𝘪𝘥𝘢 é 𝘢 𝘱𝘪𝘴𝘤𝘪𝘯𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘧𝘪𝘤𝘢 𝘦𝘮𝘣𝘢𝘪𝘹𝘰 𝘥𝘢 𝘤𝘢𝘤𝘩𝘰𝘦𝘪𝘳𝘢; é 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘦𝘭𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘰𝘤𝘰𝘳𝘳𝘦 𝘶𝘮 𝘥𝘦𝘳𝘳𝘢𝘮𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘢𝘭 𝘥𝘢 𝘨𝘳𝘢ç𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘪𝘴𝘮á𝘵𝘪𝘤𝘢; é 𝘯𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘱𝘦𝘳𝘵𝘦𝘯ç𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘰 𝘊𝘢𝘳𝘪𝘴𝘮𝘢 𝘷𝘢𝘪 𝘴𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘷𝘪𝘷𝘪𝘥𝘰 𝘦 𝘢𝘮𝘢𝘥𝘶𝘳𝘦𝘤𝘪𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘮𝘢𝘪𝘰𝘳 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘯𝘴𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦”.

Meu nome é Bethânia Ceschini, sou casada e mãe de dois filhos. Moro em Tramandaí (cerca de 140 km de Guaíba) e sou da Pertença de Aliança da Comunidade Filhos da Cruz.
Como consagrada, entendo que preciso viver a radicalidade do Carisma na minha realidade de vida, isto é, na minha casa, minha família e amigos, no meu trabalho e em todas as situações e desafios que vão surgindo no meu cotidiano.

Como muitos irmãos, tenho uma rotina “corrida”: as regras diárias de oração, os cuidados com as crianças, os afazeres domésticos, as responsabilidades e exigências do meu trabalho, as funções na assessoria e apostolados da Comunidade… e quando chega o final de semana, é hora de se abastecer!

Quando vou para a sede da Comunidade tenho a oportunidade de renovar as minhas forças.

Pois lá é onde jorra a “cachoeira” com toda a intensidade, e nela posso “me encharcar” da presença do Senhor através dos momentos de oração e adoração, das formações, da convivência com os irmãos da pertença de vida e as autoridades, que tanto me formam com seu testemunho de entrega e amor a Jesus, dos momentos de fraternidade e partilhas…

É lindo perceber que mesmo quando vou para trabalhar (seja em dia de “mutirão”, nas vésperas de um retiro ou para servir nos apostolados), estou me doando, me “gastando” pela Obra, mas ao mesmo tempo tenho a sensação de que o Senhor vai me preenchendo e revigorando a minha alma pela força do Carisma!

Para mim, a sede da Comunidade é um “solo santo”, onde posso sentir uma unção diferente e ter o coração cheio de alegria, pois lá me sinto acolhida e amada, me sinto em casa! Por isso, valorizo tanto esses momentos, pois são uma grande graça!

(Partilha da Consagrada Bethânia de momentos de vivência fraterna antes das medidas de distanciamento social por causa da pandemia do Covid-19)

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